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Na próxima segunda-feira (25/05) a Junta Comercial do Estado de São Paulo (Jucesp), representada pelo presidente em exercício, Jânio Benith, irá debater novas políticas sobre o setor de empresas e microempresas. O encontro para o relançamento da Frepem (Frente parlamentar de Empreendedorismo) acontece na Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo, acompanhada de um seminário regional de políticas públicas ligadas ao empreendedorismo.

O encontro é liderado pelos deputados Itamar Borges e Caio França, respectivamente coordenador e vice-coordenador da Frepem; e pelo vice-presidente da Frente Parlamentar Mista da Micro e Pequena Empresa do Congresso Nacional, deputado federal Walter Ilhoshi. Na pauta estão assuntos como a discussão da PLP 025/2007, que trata sobre o supersimples nacional. O Seminário tem como finalidade a construção de um relatório que atenda às necessidades dos proprietários de micro e pequenos negócios, reorganizando e simplificando a metodologia de apuração do Simples Nacional.

Na ocasião, será assinado um acordo de cooperação técnica entre o Sebrae-SP e a Frepem. 

Serviço:
Frente Parlamentar de Empreendedorismo
Data: 25 de maio
Local: Alesp - Auditório Franco Montono
Avenida Pedro Álvares Cabral, 201 - Ibirapuera 
Horário: Das 13h30 às 17 horas
Fonte: Jucesp/SP

A nova gestão investirá na virtualização dos procedimentos de registros e em outras medidas para simplificar a abertura de empresas 
  
O secretário de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia do Estado de São Paulo, Rodrigo Garcia, empossou nesta quarta-feira (21/8) Armando Luiz Rovai, novo presidente da Junta Comercial do Estado de São Paulo (Jucesp), órgão vinculado à Secretaria. A cerimônia aconteceu na sede da entidade e contou com a participação de diversas autoridades e representantes de associações comerciais.

Rovai é doutor em Direito pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), ex-superintendente do Ipem (Instituto de Pesos e Medidas) do Estado de São Paulo, professor e chefe do Departamento de Direito Comercial da Faculdade de Direito da Universidade Presbiteriana Mackenzie e professor de Direito Comercial da PUC-SP. É formado em Direito pela Universidade Mackenzie (1993). 

O novo presidente é autor dos livros Direito de Empresa e Curso de Iniciação de Direito Comercial, entre outros. É também professor convidado da GvLaw e do Insper São Paulo. Assumindo pela quarta vez o cargo, Rovai pretende implantar uma série de mudanças na Junta Comercial para agilizar o trabalho da autarquia, que é responsável por 42% de toda demanda nacional em termos de movimento de arquivamento de contratos e constituição, alteração e extinção de empresas. 

De acordo com Rodrigo Garcia, Rovai é um profissional experiente e dará nova dinâmica à Jucesp, com medidas de desburocratização para o dia a dia do empresário e da população paulista. “Assumi a Pasta há 2 meses, e uma missão passada pelo governador foi a melhoria no ambiente de negócios, e a Juscep é o principal órgão vinculado que desempenha esse papel. Em conjunto com a nossa Subsecretaria de Empreendedorismo e da Micro e Pequena Empresa, adotaremos medidas para simplificar e dar transparência aos processos voltados ao empreendedorismo”, completa 

Para o presidente, é preciso aproximar o cidadão da Jucesp e investir na virtualização dos procedimentos de registro – contrato padrão, e certificação e segurança digital – para imprimir um novo ritmo ao trabalho. “Meu intuito é atingir uma gestão de excelência por meio das diretrizes da Secretaria e implantar novos instrumentos como o Via Rápida Empresa, que agiliza o processo de abertura, legalização, registros e licenciamento de atividades dos empreendimentos”, explica. 

O evento contou com a presença de diversas autoridades, entre elas: o desembargador César Ciampolini, representante do Tribunal de Justica de São Paulo, a desembargadora e vice-presidente do Tribunal Regional do Trabalho, Silvia Devonald, o procurador-geral do Estado Adjunto, José Renato Ferreira Pires, o procurador de Justiça e diretor da Escola Superior do Ministério Público de São Paulo, Mário Luiz Sarrubbo, o presidente da Ordem dos Advogados do Brasil – São Paulo, Marcos da Costa, o diretor-presidente da Desenvolve SP, Milton Melo dos Santos, o subsecret ário de Empreendedorismo e da Micro e Pequena Empresa, Ernesto Vega Senise, e outros representantes de associações comerciais, sindicatos e entidades de classe. 

Sobre a Jucesp 
Criada em 1980, a Jucesp foi transferida à Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia em 2011. Com a sanção da Lei Complementar Estadual n° 1.187/2012, em 2013, foi transformada em autarquia especial, prevendo a sua nova estrutura orgânica, funcional e administrativa, com o intuito de permitir a execução dos processos de registro e de legalização de forma virtual, segura, ágil e integrada com a Rede Nacional para a Simplificação do Registro e da Legalização de Empresas e Negócios (Redesim). 


Fonte: Jucesp SP

Com faturamento máximo de R$ 60 mil por ano, microempreendedores individuais representam 60% 
do total de empreendimentos criados no Estado de São Paulo em 2012

 A Junta Comercial do Estado de São Paulo (Jucesp) registrou um total de 464 mil empresas constituídas em 2012. O número apresentou um crescimento de 5% em relação aos 438 mil empreendimentos criados no ano anterior. O aumento no total de constituições deve-se aos microempreendedores individuais (MEI), que responderam por 275 mil empreendimentos, cerca de 60% do montante.

 De acordo com o secretário de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia, Luiz Carlos Quadrelli, o aumento no número de adesões ao MEI é resultado das oportunidades que o programa trouxe para os trabalhadores que atuavam na informalidade. “Agora esses empreendedores passaram a ter melhores condições para desempenhar suas atividades, com direito a todos os benefícios previstos em lei”, afirma.

 Para o presidente da Jucesp, José Constantino de Bastos Jr., o cenário poderá sofrer variações nos próximos balanços. “Os registros de microempreendedores individuais deverão se estabilizar a longo prazo, abrindo caminho para transformações em modelos que permitam a ampliação do porte empresarial”, diz.

Dentre as principais atividades que obtiveram maior procura por novos registros, destacam-se os setores ligados ao vestuário, beleza e alimentação. Conforme o ranking abaixo:



Fonte: Jucesp/SP

Medida pretende evitar inconsistência nas informações enquanto está sendo desenvolvido aplicativo para transmitir dados do Portal do Empreendedor para as bases das Juntas Comerciais do País

A emissão de certidões para microempreendedores individuais (MEI) está temporariamente suspensa na Junta Comercial do Estado de São Paulo (Jucesp). A medida segue orientação do Departamento Nacional de Registro do Comércio (DNRC), conforme Ofício Circular n° 35/2013, enviado a todas as Juntas Comerciais do País, com o objetivo de evitar inconsistência nas informações registradas no Portal do Empreendedor.

Desde o final do ano passado, todos os arquivamentos referentes aos microempreendedores individuais passaram a ser feitos somente no Portal do Empreendedor, gerenciado pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), que está desenvolvendo um aplicativo capaz de transmitir essas informações às bases de dados das Juntas Comerciais. A previsão do MDIC é que a situação seja normalizada até abril.

Ainda de acordo com o ofício do DNRC, as Juntas Comerciais poderão receber solicitações de novos arquivamentos de empresários que pediram desenquadramento do MEI, desde que o interessado apresente o documento de desenquadramento junto à Receita Federal para ser arquivado com o ato principal.

Sobre o MEI

Podem se formalizar como microempreendedores individuais trabalhadores por conta própria, com faturamento máximo de R$ 60 mil por ano e que exerçam alguma das 470 atividades que fazem parte do programa, como vendedores de roupas, cabeleireiros, pedreiros, esteticistas, manicures, alfaiates, etc. No Brasil, existem atualmente 2,6 milhões de inscritos no programa. Desses, mais de 610 mil estão registrados no Estado de São Paulo, o que corresponde a 24% do total nacional. Para fazer sua adesão, o microempreendedor deve pagar somente uma taxa fixa mensal de 5% sobre o salário mínimo para a Previdência Social (R$ 33,90), mais R$ 1 de Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) para atividades ligadas a comércio ou indústria, e/ou R$ 5 de Imposto sobre Serviços (ISS) para prestador de serviços.

Dentre os benefícios, além da redução da carga tributária, o MEI tem direito a registro no Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ), contratação de um empregado com menor custo, emissão de nota fiscal, acesso a crédito e participação em licitações públicas. Também conta com cobertura previdenciária (aposentadoria por idade ou invalidez, auxílio-doença, pensão por morte ou reclusão e salário-maternidade), isenção de cobrança para registro na Junta Comercial e alvará para funcionamento.

Fonte: Jucesp/SP

Empresa Individual de Responsabilidade Limitada representa 8% do total de empreendimentos
criados na Junta Comercial do Estado de São Paulo

Com o reajuste do salário mínimo para R$ 678, o valor do capital social obrigatório também foi alterado para R$ 67.800 em caso de registro de Empresa Individual de Responsabilidade Limitada (Eireli) na Junta Comercial do Estado de São Paulo (Jucesp), autarquia vinculada à Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia. O novo valor já está em vigor para os novos pedidos protocolados desde a última quarta-feira, 2 de janeiro.

A Eireli entrou em prática em janeiro do ano passado, permitindo a constituição de empresa por uma única pessoa, sem ter a necessidade da existência de sócio para proteger os bens particulares do proprietário. Conforme a Lei n° 12.441/2001, que instituiu o novo modelo, o titular deve dispor da totalidade do capital social do negócio devidamente integralizado, correspondente a pelo menos 100 vezes o valor do salário mínimo vigente.

Entre janeiro e novembro de 2012, foram constituídas 14,5 mil empresas do novo modelo em todo o Estado de São Paulo. Em entrevista exclusiva à coluna Mercado Aberto, publicada na quarta-feira (2/1), na Folha de S. Paulo, o presidente da Jucesp, José Constantino de Bastos Jr., destacou o desempenho dessas empresas no Estado. “Elas representam 8% do total constituído. Tudo indica que a Eireli está cumprindo seu papel”, disse

Fonte: Jucesp SP

Medida pretende desburocratizar a vida dos microempreendedores individuais, que já podem fazer seus pedidos de registro on-line, economizando tempo e gastos com papel e deslocamentos

A Junta Comercial do Estado de São Paulo (Jucesp), autarquia vinculada à Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia, deixará de efetuar os registros de alteração e cancelamento de microempreendedores individuais (MEI) a partir da próxima segunda-feira, 17 de dezembro. Os interessados deverão solicitar seus arquivamentos diretamente no Portal do Empreendedor.

Instituída pelo Comitê Gestor da Rede Nacional para a Simplificação do Registro e da Legalização de Empresas e Negócios (Redesim), a medida pretende facilitar a vida do microempreendedor, que pode efetuar todo o processo de maneira on-line, economizando tempo e gastos com papel e deslocamentos. Antes da mudança, para alterar ou dar baixa no MEI era necessário ir pessoalmente a uma das unidades da Junta Comercial e também na Receita Federal, Secretaria da Fazenda do Estado e prefeitura. Com as novas regras, é possível resolver todas essas questões somente por meio do portal.

Dessa forma, a partir da próxima segunda-feira não será mais possível gerar requerimentos relativos ao MEI no Cadastro Web da Jucesp. Todos os novos pedidos deverão ser feitos diretamente no Portal do Empreendedor. Os processos gerados até a data estabelecida ou que sofreram exigências e estão dentro do prazo de 30 dias para sanar a pendência poderão ser protocolados normalmente no atendimento presencial da Jucesp, para que possam ser deferidos ou indeferidos, cumprindo a determinação do Departamento Nacional do Registro do Comércio (DNRC).

Sobre o MEI
Podem se formalizar como microempreendedores individuais (MEI) trabalhadores por conta própria, com faturamento máximo de R$ 60 mil por ano e que exerçam alguma das 470 atividades que fazem parte do programa, como vendedores de roupas, cabeleireiros, pedreiros, esteticistas, manicures, alfaiates, eletricistas, animadores de festas, borracheiros, confeiteiros, marceneiros, sapateiros, chaveiros, artesãos, fotógrafos, etc. No Brasil, existem atualmente 2,6 milhões de inscritos no programa. Desses, mais de 640 mil estão registrados no Estado de São Paulo, o que corresponde a 24% do total nacional.

Para aderir ao programa, o microempreendedor deve se cadastrar no Portal do Empreendedor e pagar somente uma taxa fixa mensal de 5% sobre o salário mínimo para a Previdência Social (R$ 31,10), mais R$ 1 de Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) para atividades ligadas a comércio ou indústria, ou R$ 5 de Imposto sobre Serviços (ISS) para prestador de serviços. No caso de atividade mista, contribui com o valor máximo total de R$ 37,10.

Dentre os benefícios, além da redução da carga tributária, o MEI tem direito a registro no Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ), contratação de um empregado com menor custo, emissão de nota fiscal, acesso a crédito e participação em licitações públicas. Também conta com cobertura previdenciária (aposentadoria por idade ou invalidez, auxílio-doença, pensão por morte ou reclusão e salário-maternidade), isenção de cobrança para arquivamento de registros e alvará para funcionamento.

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